GNA II entra em operação e se torna a maior usina termelétrica a gás natural do Brasil 

GNA II entra em operação e se torna a maior usina termelétrica a gás natural do Brasil 

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GNA II entra em operação e se torna a maior usina termelétrica a gás natural do Brasil 
GNA II entra em operação e se torna a maior usina termelétrica a gás natural do Brasil 

Um marco para o setor elétrico brasileiro foi alcançado: a Usina Termelétrica (UTE) GNA II, localizada no Porto do Açu (RJ), recebeu autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para iniciar sua operação comercial no último dia 31 de maio.   

Com impressionantes 1,7 gigawatts (GW) de potência instalada, a GNA II se consolida como a maior usina termelétrica movida a gás natural do Brasil. Esse volume de energia tem capacidade para abastecer até 8 milhões de residências e representa aproximadamente 10% da geração a gás natural de toda a matriz elétrica nacional. 

Inovação e sustentabilidade 

A GNA II se destaca não apenas por seu porte, mas também pela tecnologia empregada. A usina opera em ciclo combinado, com três turbinas a gás e uma turbina a vapor, o que garante maior eficiência energética.  

Além disso, traz uma inovação relevante do ponto de vista ambiental: está tecnicamente preparada para operar com até 50% do suprimento proveniente de hidrogênio, um gás que não emite poluentes nem gases de efeito estufa.  

Investimento e impacto econômico 

Selecionada como obra estratégica dentro do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a construção da GNA II atraiu R$ 7 bilhões em investimentos e foi responsável pela geração de mais de 10 mil empregos ao longo da sua implantação.  

A usina integra o Complexo de Geração de Energia do Porto do Açu, que já conta com a UTE GNA I (1,3 GW) e um terminal de gás natural liquefeito (GNL), ambos em operação desde 2021. J 

untas, as unidades somam 3 GW de potência instalada, formando o maior complexo termelétrico da América Latina. O conjunto tem capacidade para abastecer até 14 milhões de residências, o equivalente à demanda combinada dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. 

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